Primeiro final de semana em Curitiba:
Sábado fomos almoçar numa feirinha gastronômica que oferece comida de várias nacionalidades e algumas regionais. Na dúvida entre a comida peruana e a italana, ficamos com a indiana.
Foi um prato bem abrasileirado, mas muito gostoso, de arroz com ervilha, lasanha de beringela, batatas gratinadas com molho indiano e uma espécie de pastel assado que váriava de recheio (escolhi um de ervilha picante e o Dimitri preferiu um de tomate). E a bebida típica era o Lassi: Suco de maracujá com iogurte, água de rosas e cardamomo. Ainda acompanhava uma saladinha de folhas e manga e um molhinho agredoce de abacaxi com especiarias. Hmmm...
Então resolvemos voltar para o hotel a pé para conhecer melhor a cidade e caminhar pela Rua das Flores novamente. Foram cinco horas de caminhada num solzinho bem agradável em calçadões, lojas e praças. Descobrimos uma feirinha de artesanato que lembrava um pouco a Feira da Torre de TV, só que mais organizada e coberta. Compramos uns Bottons bonitinhos e um cinto de 5,00, uma pichincha!! Também conseguimos num preço bem em conta uma absolute de pessêgo e um Obikawa pinotage.
Chegamos triturados no hotel, mas nada que uma dormidinha no fim da tarde não resolvesse.
A noite, jantamos novamente no Mafalda e fomos na Gata.
Foi um dia bem gostoso, apesar de cansativo.
No dia seguinte acordamos tarde como se deve fazer nas férias! Arrumamos as malas e ficamos esperando a Liana nos buscar. Almoçamos feijoada na casa dela, especialidade de sua Mãe que sempre faz panelas e mais panelas pelo menos uma vez por ano, e tivemos a sorte de estar aqui! A casa da Liana é toda bonita e bem projetada com duas salas grandes e uma cozinha no meio que tem livre acesso pra cada uma delas, perfeito pra festinhas. E conheci os peixes do áquario dela, e os que nasceram a 2 dias e estão no berçário separados pros grandes não comê-los. São quase transparentes... um mini corpinho com dois olhinhos pretos. Depois de um pratão de feijoada com farofa, couve e arroz ainda me veio uma sobremesa irresistível que me fez ficar mais lerda e preguiçosa ainda.
Fomo no Bosque do Papa, demos uma voltas e sentamos no barzinho que logo começou a tocar uma banda de Blues fantástica!!
(Bosque João Paulo II , inaugurado em 1980, logo após a visita do papa João Paulo II (1920-2005), a Curitiba. O Bosque do Papa, como é mais conhecido, envolve uma área de 48 mil m², onde existia uma antiga fábrica de velas. É cortado pelo rio Belém e inclui uma reserva de mata atlântica, com mais de 300 araucárias. Um ambiente agradável acolhe os visitantes do Bosque.)Então, vencendo a preguiça e acoados com o comecinho do frio, acabamos indo para o novo hotel para nos estalarmos. Agora estamos no Rochelle, bem perto da onde estávamos, mas bem melhor e pelo mesmo preço. Depois de uma sonequinha demos uma volta pelos arredores procurando um lugar para comer. Achamos uma mega-padaria bem interessante (e cara), um mercado 24h com o incrível nome de Mercadorama e, finalmente o lugar que paramos pra comer - barrando todos os nomes hilários da cidade, e isso inclui um bairro chamado Ahú - o Auau (óbviamente uma lanchonete de cachorro-quente).
Enfim, voltamos para o Hotel com um obikawa nos esperando.

Um comentário:
O pastel indiano se chama Samosa =]
E o que é um Obikawa? Um vinho?
=****
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