sábado, 19 de julho de 2008

Sexta - Segundo dia de Curitiba




Hoje resolvemos comprar um guia da cidade na banca. Depois de escolhermos um retaurante típico italiano, animamos e fomos andando pelas ruas em busca de um taxi. Só conseguia pensar que Brasília é um lugar abençoado que tem um ponto de táxi em cada quadra. Caminhamos cerca de 1 hora rumo ao restaurante e finalmente achamos um ponto de taxi numa pracinha já dentro do bairro Batel. Mas toda a caminhada valeu a pena.
O restaurante que fomos chama Villa Marcolini e foge das típicas comidas cantineiras com combinações inusitadas. A faixa de preço gira em torno de R$30,00 a R$70,00 de acordo com a excentricidade de cada prato. De couvert, além de manteiga, molho frio de tomate e pasta de azeitona preta para comer com pãezinhos e sticks, há também uma abobrinha grelhada servida fria, super bem temperada e depois colocada em alguma espécie de conserva enrolada em torno de fios de óvos. Depois, uma entrada extremamente saborosa, polenta cremosa com molho de funghi!! Por mim ficava comendo as entradinhas e parava por aí mesmo.. ainda bem que não foi bem isso que aconteceu. Para o prato principal pedi um torteloni de abóbora com amêndoas caramelas e biscoito de amareto, um prato bastante adocicado e com sabor de canela, muito interessante. O Dimi foi de conchignolli de salmão com molho de queijo massaponi, tomates frescos e camarão. Bebemos também um vinho muito gostoso que lembra baunilha, o Leonardo da uva Tripanillo. Orgia Gastonomica!!!

Caminhamos ali em volta no Batel até chegarmos à praça do Japão. O lugar, construído em homenagem ao País e aos imigrantes japoneses que moram em Curitiba, possui um portal de entrada, uma casa ao estilo oriental com uma biblioteca repleta de literatura EM JAPONÊS, um adorável jardim e uma mini cascata com cárpas! Encantador ter um refúgio desse no meio da cidade.

Decidimos voltar de ônibus. Algo interessante de ressaltar é que aqui as paradas são um pouco diferentes do comum: São tubos transparentes e um pouquinho elevados do chão com a entada e a saída fechadas por catracas. Então o cobrador, ao invés de ficar em cada ônibus fica em cada "tubinho transparente". O bom é que se chover e você estiver esperando o ônibus não vai se molhar, mesmo se ela estiver caindo na diagonal! Também não tem mendigos dormindo nas paradas (e nem índios com risco d serem queimados). E por último, e mais importante, se você descer numa parada errada, não precisa pagar de novo pra pegar outro ônibus.

saímos com a Liana e o Rafa, namorado dela, a noite. Passamos em três bares diferentes conhecendo a noite de Curitiba.
Primeiro fomos no Pudim onde comi um croquete de camarão muito bom e ainda tinha vários outros petiscos interessantes como bolinho de siri e empada de palmito com queijo.
Em seguida passamos no Chinasky, um bar com temática rock, paredes cheias de posters de bandas divertidas, uma TV que passa shows a noite toda e ambiente agradável.
E finalmente fomos num bar chamado A Gata, um bar tosco tipo Meu Bar só que fechado e que tinha uma mesas de sinuca (que não jogamos). Ficamos lá bem pouco , mas foi um lugar muito bom também. Uma saída bem movimentada!!

E agora, vamos ver o que o sábado nos reserva.

Um comentário:

Dandalunda disse...

ai, que raiva, dei mole, se tivesse lido antes aqui não tinha te perguntado se vc tinha ido à praça do Japão! suas descrições de comida me deixam faminta! saudade, bj